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A Amazônia e o clima
Como a floresta regula chuvas, temperatura e carbono — e por que as mudanças climáticas chegam primeiro a quem vive dela.

Cartilha · 2025
Monitoramento socioambiental e protagonismo das comunidades no combate à pobreza extrema na Reserva Extrativista do Rio Gregório.
Sobre a publicação
A cartilha nasce do trabalho na Resex do Rio Gregório, no sudoeste do Amazonas, onde comunidades extrativistas convivem com longas distâncias, acesso irregular a serviços públicos e efeitos cada vez mais visíveis da crise climática.
Em linguagem direta e ilustrada, o material explica o que é monitoramento socioambiental, quais indicadores importam para a vida das famílias e como a coleta de dados feita pelas próprias comunidades se transforma em argumento político para exigir direitos e desenhar políticas públicas.
É, ao mesmo tempo, um instrumento de formação — usado em oficinas, escolas e assembleias — e um registro do enfrentamento da pobreza extrema em territórios protegidos.
O que você encontra
01
Como a floresta regula chuvas, temperatura e carbono — e por que as mudanças climáticas chegam primeiro a quem vive dela.
02
Território, população, modos de vida e os desafios de acesso a serviços em uma reserva extrativista distante.
03
O que é monitorar, quais indicadores são acompanhados e como os dados coletados viram decisão pública.
04
O papel de agentes comunitários, associações e jovens na produção de informação sobre o próprio território.
05
Acesso a documentação, benefícios, políticas públicas e caminhos para reduzir a vulnerabilidade das famílias.
06
Conexões com a agenda global, mapa do território e um glossário para uso em sala de aula e em reuniões comunitárias.
Resex do Rio Gregório
“Monitorar não é vigiar de fora. É a própria comunidade registrando o que muda no rio, na roça e na saúde das famílias — e cobrando resposta.”